O centro tecnológico mais antigo da gigante norte-americana encontrasse em Paços de Ferreira. É lá que se fabricam os famosos iMóveis.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Vai uma Boroa?
Confesso que, na altura da foto, fiquei na dúvida se isto seria uma grande broa no português. Mas pareceu-me demasiado. A maior, pelo menos, já era, como se apregoava no cartaz. Por isso fui me informar, e o termo está correcto, embora seja uma forma arcaica da palavra. Mais informações aqui


domingo, 18 de março de 2012
Dó arte
Passaram 3 anos e tudo continua na mesma. O homem bem tentou adaptar-se ao acordo, mas o resultado foi este carrossel ortográfico.


terça-feira, 6 de março de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Enganos
Pois. Em vez de publicar os últimos posts, directa e unicamente aqui nesta praia, acabei de os publicar em 2 blogs ao mesmo tempo. As minhas desculpas àqueles que aqui vieram pelas 3 injecções em duplicado. Foram seis farpas. Pelo menos ficam a saber que ainda sei fazer contas. De cabeça.
Mais vale pedir que roubar
Geninhos...
À entrada de um restaurante em Sendim, deparei-me com este guarda da GNR. Bem aprumado, diga-se. E com dinheiro a transbordar pelos bolsos. Assim, de repente, lembrei-me de tantas histórias... Enfim. O que vale é que ainda os há sérios. Mas que não abona em nada para o bom nome da Guarda, não.

sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A crise - Sinais dos tempos
Quando Rúbio era pequenino, petiz, a mãe mandava-o à mercearia com apenas 5 escudos e ele voltava carregado. Carregadinho de todo. Trazia três quilos de batatas, um pão de Mafra, dois litros de leite, meio-quilo de queijo e uma caixa rebuçados. Ah - e não podia faltar - muita fruta e uma dúzia de ovos.
Hoje em dia já não dá para fazer isso...
O estúpido do merceeiro encheu a loja com câmaras de vídeo.
Hoje em dia já não dá para fazer isso...
O estúpido do merceeiro encheu a loja com câmaras de vídeo.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Sinos e sinas
Duarte era um tipo tão badalado, mas tão tão tão badalado, que nem mesmo assim conseguiu chegar a sino. Sina triste.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Colinho
Acreditem que, aqui perto, existe um arroz de salpicão que é de comer e chorar por mais. E haveria local com um nome mais indicado do que este para dar guarida ao salpicão? O do arroz, bem entendido.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Da justiça ou da falta dela
Hoje, durante a minha pequena viagem
rotineira e matinal entre Santarém e Lisboa, dei por mim a pensar na
justiça portuguesa. Ou melhor: na "justiça" portuguesa. Comecei por me
lembrar de alguns casos mais antigos e que - oh espanto - continuam, de
quando em vez e muito mais do que seria desejável, a valer aberturas de
noticiários e primeiras páginas dos jornais. Isaltino Morais, Vale e
Azevedo, Casa Pia, Fátima Felgueiras, Freeport, Apito Dourado, etc... Já
ninguém estranha que a notícia que se ouve, vê ou lê seja o
desconhecimento do paradeiro de fulano ou cicrano, o recurso do recurso
do recurso do processo em questão, os erros processuais na recolha da
prova, e por aí fora. Mas será este tipo de notícias que o cidadão
quereria saber? ou, pelo contrário, a notícia não deveria ser que o
indíviduo X foi condenado por ter cometido um crime ou ilibado porque
não o cometeu, depois de tudo bem apurado numa sala de audiências?
E,
com tanto "pára-arranca" nos processos, a sensação que se fica é que,
quem pode económica, financeira e políticamente, através de uma equipa
experimentada e bem paga de advogados, acaba por ir saltitando de
recurso em recurso, de manha em manha. E, com grande artimanha, lá vão
andando, também, a gastar o dinheiro dos nossos impostos e a consumir
recursos judiciais de toda a espécie.
Mas,
até aqui, não temos que nos espantar. Afinal já todos estamos,
infelizmente, habituados a isto. Nem sequer estranhamos, porque já se
entranhou no dia a dia de cada um de nós. E, numa só palavra, tudo se
resume a... Dinheiro.
A revolta, o
asco, o nojo vem com aquelas notícias que nos dão conta que o pai que
violou a sua filha de 3 (três) anos foi condenado a 5 anos de prisão.
Com pena suspensa. Sim, com pena suspensa!!! Mas que merda é esta. Que
lei, que juiz, que código penal, pode permitir uma coisa destas? Que
país e que cidadãos se podem resignar e assobiar para o lado com uma
coisa destas, a qual nem sequer consigo adjectivar??
E, depois disto, ainda tenho que
ouvir que o Duarte Lima não confia na Justiça brasileira? Ah pois, a
portuguesa é melhor. Dá-lhe mais garantias. Pudera. Basta ver os
exemplos atrás citados e esperar bem sentadinho no sofá. Alguma coisa se
há-de arranjar. Uma, mais uma, qualquer artimanha.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
In a Coma
A pregnant woman from Vancouver gets in a car accident and falls into a deep coma.
Asleep for nearly 6 months, when she wakes up she sees that she is no longer pregnant and frantically asks the doctor about her baby.
The doctor replies, "Ma'am you had twins! a boy and a girl. Your brother from Quebec came in and named them."
The woman thinks to herself, "No, not my brother... he's an idiot!"
She asks the doctor, "Well, what's the girl's name?"
"Denise."
"Wow, that's not a bad name, I like it! What's the boy's name?"
"Denephew."
Asleep for nearly 6 months, when she wakes up she sees that she is no longer pregnant and frantically asks the doctor about her baby.
The doctor replies, "Ma'am you had twins! a boy and a girl. Your brother from Quebec came in and named them."
The woman thinks to herself, "No, not my brother... he's an idiot!"
She asks the doctor, "Well, what's the girl's name?"
"Denise."
"Wow, that's not a bad name, I like it! What's the boy's name?"
"Denephew."
Source: www.poddys.com
Detenção da República
Deu entrada no hospital, na passada madrugada e sob custódia judicial, uma mulher de idade avançada e cujos últimos anos foram passados a prostituir-se junto às Avenidas Novas da capital, bem como em outras zonas do país. Segundo o que conseguimos apurar, já não é a primeira vez que tal personagem é detida pelas autoridades. Fontes próximas do processo afirmaram, com convicção, que esta mulher tem sido continuamente explorada ao longo dos anos por diferentes chulos da nossa praça, tais como AJJ, JS, CS e PPC. Já mais recentemente, foi cedida a uma importante troika do crime internacional, de modo a servir de garantia para o pagamento de dívidas colossais firmadas pelos personagens anteriormente referidos.
Esta pobre coitada, segundo conseguimos apurar, responde pelo nome de República. Ironicamente, parece que faz anos hoje.
sábado, 1 de outubro de 2011
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