É melhor comer aqui? De preferência, bem sentado. E acentuado.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Apóstrofo não foi Apóstolo. Aposto.
Ainda gosto mais do termo "jantinha". Aquela que foi fotografada...
O que nasce errado não tem emenda
sexta-feira, 29 de julho de 2011
30 dias de (des)governo
Súmula de 30 dias de governo:
- novela mexicana "Nobre";
- aumento de impostos;
- corte no subsídio de Natal;
- isenção das mais-valias do imposto extraordinário;
- redução das indemnizações por despedimento;
- não viajar em classe executiva;
- autorização para não usar gravata para alguns funcionários;
- aumento de 15% nos transportes;
- nomeações na CGD;
- privatizações de valiosas empresas quando estas possuem um valor de mercado muito mais baixo que o normal;
- novela mexicana "Nobre";
- aumento de impostos;
- corte no subsídio de Natal;
- isenção das mais-valias do imposto extraordinário;
- redução das indemnizações por despedimento;
- não viajar em classe executiva;
- autorização para não usar gravata para alguns funcionários;
- aumento de 15% nos transportes;
- nomeações na CGD;
- privatizações de valiosas empresas quando estas possuem um valor de mercado muito mais baixo que o normal;
domingo, 17 de julho de 2011
Cenas de Verão
Aquela senhora não tinha medo do crocodilo de Castelo de Bode. Aliás, ela até estava à espera que lhe aparecesse um crocodildo! Safada!
Cenas de Verão
Algarve? Montanha? Não! Ir à praia de Mangualde ou ir procurar o crocodilo de Castelo de Bode. Isso sim são bons programas! Ahhh, como gosto do Verão.
terça-feira, 5 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
De gala? nãaaa...
Antoine preparou-se para uma noite de festa. À grande e à francesa. Pena que a coisa tivesse dado para o torto. Em vez de uma noite de gala ganhou uma algalia.
sábado, 28 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
domingo, 20 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Sporting - Pingo Doce*
Para acompanhar com a música do spot do Pingo Doce.
Zero de conquistas,
zero de satisfação,
aqui não há razão
para haver campeão...
Em Alvalade, o jogo é mau o ano inteiro
...Em Alvalade já ninguém possui dinheiro
Al-va-la-de, já não dá.

*(via Tiago Brito)
Zero de conquistas,
zero de satisfação,
aqui não há razão
para haver campeão...
Em Alvalade, o jogo é mau o ano inteiro
...Em Alvalade já ninguém possui dinheiro
Al-va-la-de, já não dá.
*(via Tiago Brito)
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Acordo ortográfico
Parece que o acordo ortográfico já tinha seguidores na aldeia da Corujeira (Pombal), desde 1992.
Pelo menos já tentavam escrever tal como falavam. Resta o agradecimento ao Sr. Alberto.

Pelo menos já tentavam escrever tal como falavam. Resta o agradecimento ao Sr. Alberto.
Concorrência desleal?
Dizem que existe um novo Viagra, ali para os lados de Almeirim. Concorrência desleal? Não me parece...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
21 segundos
21 Segundos foi a duraçao da declaração do abandono do poder de Mubarak. 30 anos depois e o homem tem uma ejaculaçao precoce?!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Francesismos (ii)
Frank encontra-se, agora, algaliado. Com uma Al Gália.
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Francesismos
Frank não era francês. Mas tinha pena. Idolatrava tudo o que tinha a ver com a Gália. Um francomaníaco.
Mesmo quando na tropa, tudo fez para ser franco-atirador.
Mas aí...bem, aí o tiro saíu-lhe pela culatra. Sim. Directamente ao pescoço...
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Mesmo quando na tropa, tudo fez para ser franco-atirador.
Mas aí...bem, aí o tiro saíu-lhe pela culatra. Sim. Directamente ao pescoço...
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
A produtividade dos portugueses - Caso prático
Um dia o Belmiro de Azevedo contratou um trabalhador e colocou-o a abrir rasgos na terra. Deu-lhe um horário de trabalho das 8:00 às 17:00 horas. Certo dia, Belmiro de Azevedo observando o trabalho do seu colaborador, achou que podia ser melhor aproveitado. Sugeriu-lhe então o seguinte:
- Ó amigo, já que você tem 2 mãos, com uma mão você cava e com a outra vai regando. Olhe e já agora começa a vir das 7:00 às 18:00 horas.
No outro dia, Belmiro de Azevedo olhou outra vez para o seu colaborador e achou-o ainda pouco produtivo. Então sugeriu-lhe:
- Já que você além das mãos tem também uma boca, podia enchê-la de sementes e enquanto com uma mão cava e com a outra rega podia cuspir as sementes. Já agora começa a trabalhar às 6.00 e termina às 19:00 horas.
Noutro dia Belmiro de Azevedo começou a pensar que o seu colaborador deveria trabalhar enquanto houvesse luz de dia. Portanto sugeriu-lhe que o seu trabalho passasse a ser das 5:00 até às 22:00 horas. E assim foi.
Um dia quando o pobre trabalhador voltava a casa do trabalho, deparou com a sua mulher com outro homem na cama. O homem, chorou, chorou, chorou vezes sem conta até que a mulher e o amante desesperados com aquela situação, tentaram consolá-lo, perguntando-lhe porque chorava ele assim tanto. Ao que ele respondeu:
- Se o Belmiro de Azevedo descobre que eu tenho 2 cornos, coloca-me lá umas lanternas e põe-me a trabalhar à noite.
- Ó amigo, já que você tem 2 mãos, com uma mão você cava e com a outra vai regando. Olhe e já agora começa a vir das 7:00 às 18:00 horas.
No outro dia, Belmiro de Azevedo olhou outra vez para o seu colaborador e achou-o ainda pouco produtivo. Então sugeriu-lhe:
- Já que você além das mãos tem também uma boca, podia enchê-la de sementes e enquanto com uma mão cava e com a outra rega podia cuspir as sementes. Já agora começa a trabalhar às 6.00 e termina às 19:00 horas.
Noutro dia Belmiro de Azevedo começou a pensar que o seu colaborador deveria trabalhar enquanto houvesse luz de dia. Portanto sugeriu-lhe que o seu trabalho passasse a ser das 5:00 até às 22:00 horas. E assim foi.
Um dia quando o pobre trabalhador voltava a casa do trabalho, deparou com a sua mulher com outro homem na cama. O homem, chorou, chorou, chorou vezes sem conta até que a mulher e o amante desesperados com aquela situação, tentaram consolá-lo, perguntando-lhe porque chorava ele assim tanto. Ao que ele respondeu:
- Se o Belmiro de Azevedo descobre que eu tenho 2 cornos, coloca-me lá umas lanternas e põe-me a trabalhar à noite.
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Código do Trabalho,
Produtividade
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Partir montras até pode valer a pena
Tudo tem (e deve) ser visto com a devida relatividade. Vem isto a propósito das tácticas de manifestação (conhecidas como Black bloc) traduzidas em acções em grupo que alguns anarquistas efectuam quando se realizam cimeiras da OTAN, do G20 e do G8 (tb podia haver a da G3, mas isso é outra conversa).
E, como tugas que somos, achei que poderia existir alguma vantagem em termos umas montras partidas, umas portas arrombadas ou outras coisas na mesma linha (snif...). Ainda para mais com o Natal à porta e com a crise económica que por aqui anda.
Estará o leitor (se há algum), a pensar o que é que este gajo está para aqui a balbuciar, que não faz sentido nenhum. Mas se pensarem bem, vão chegar à conclusão que faz, meus caros. Ai Isso é que faz. Vejam lá os benefícios que isto poderia trazer: depois de umas valentes pedradas numas montras e de umas biqueiradas à porta (sim...com o pé!) qual seria a acção mais lógica do dono? Exacto. Substituir as montras e a porta. E como? Com o seguro (e como sabemos, em Portugal, toda a gente tem seguros, que nós somos precavidos) que, em principio cobre actos de terrorismo e/ou vandalismo (aqui ainda não percebi bem, porque o governo e o SEF encarregaram-se de me confundir com a negação da entrada de uns tipos que traziam papéis, uns corta-unhas e umas brocas).
Portanto, e em resultado, temos o quê? Ora bem. Uma montra nova, de preferência em vidro duplo. E de borla! ( desconte-se, vá, a franquia).
Ora com o Natal à porta há coisa melhor que uma montra a brilhar de nova, com um Pai-Natal lá dentro a acenar a cabeça como o Bo do Obama quando a Michelle lhe dá um osso? E mais: como o perito que foi à loja, a soldo da companhia de seguros que lhe paga uma miséria, por acaso é amigo da prima do vizinho do 5º esquerdo, ainda nos põe mais um zero no prejuízo, fazendo com que a seguradora ainda lhe abone mais uns trocos. E depois...bem, depois é gastar este extra-subsídio de Natal a comprar mais uns pares de meias para o sapatinho dos sobrinhos, ou então fazer uma noite de consolada (a noite anterior à consoada) num clube de strip com os amigos. Mas nada de Table dances, não vá a bailarina partir a mesa, dizer que não foi ela e acabar-se a noite na esquadra acusado de ser anarquista e andar por aí a partir vidros.
E, como tugas que somos, achei que poderia existir alguma vantagem em termos umas montras partidas, umas portas arrombadas ou outras coisas na mesma linha (snif...). Ainda para mais com o Natal à porta e com a crise económica que por aqui anda.
Estará o leitor (se há algum), a pensar o que é que este gajo está para aqui a balbuciar, que não faz sentido nenhum. Mas se pensarem bem, vão chegar à conclusão que faz, meus caros. Ai Isso é que faz. Vejam lá os benefícios que isto poderia trazer: depois de umas valentes pedradas numas montras e de umas biqueiradas à porta (sim...com o pé!) qual seria a acção mais lógica do dono? Exacto. Substituir as montras e a porta. E como? Com o seguro (e como sabemos, em Portugal, toda a gente tem seguros, que nós somos precavidos) que, em principio cobre actos de terrorismo e/ou vandalismo (aqui ainda não percebi bem, porque o governo e o SEF encarregaram-se de me confundir com a negação da entrada de uns tipos que traziam papéis, uns corta-unhas e umas brocas).
Portanto, e em resultado, temos o quê? Ora bem. Uma montra nova, de preferência em vidro duplo. E de borla! ( desconte-se, vá, a franquia).
Ora com o Natal à porta há coisa melhor que uma montra a brilhar de nova, com um Pai-Natal lá dentro a acenar a cabeça como o Bo do Obama quando a Michelle lhe dá um osso? E mais: como o perito que foi à loja, a soldo da companhia de seguros que lhe paga uma miséria, por acaso é amigo da prima do vizinho do 5º esquerdo, ainda nos põe mais um zero no prejuízo, fazendo com que a seguradora ainda lhe abone mais uns trocos. E depois...bem, depois é gastar este extra-subsídio de Natal a comprar mais uns pares de meias para o sapatinho dos sobrinhos, ou então fazer uma noite de consolada (a noite anterior à consoada) num clube de strip com os amigos. Mas nada de Table dances, não vá a bailarina partir a mesa, dizer que não foi ela e acabar-se a noite na esquadra acusado de ser anarquista e andar por aí a partir vidros.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
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