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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Então fiquem com elas

Raramente vou ao Pingo Doce. Não por alguma razão especial. Apenas por comodidade. Dá mais jeito ir a outro. Mas vou passar a ir. Nem que seja para levar 19€ em compras. Assim sempre as deixo na caixa...
A outra alternativa é tipo pagamento de portagem da ponte 25 de Abril em 1991. Com moedas de cêntimos.



domingo, 19 de agosto de 2012

Esperavam o quê??

Dois idosos de Braga, um de 75 anos e outro de 80, não tinham nada para fazer. O mais jovem era (foi) piloto. Entraram num avião com mais de 50 anos e foram dar um passeio. O avião despenhou-se.



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Próximas alterações ao código do trabalho

I. Indumentária
i. O colaborador deve trabalhar vestido de acordo com o salário auferido. Se calçar uns ténis de marca, de 70€, presume-se que está muito bem de finanças e, portanto, não precisará de aumento;
ii. Se vestir de forma "pobre", será um sinal de que precisa aprender a controlar os seus gastos de modo a comprar roupas melhores. Logo, não precisa de aumento.
iii. Se se vestir a meio-termo, estará perfeito. Portanto, não precisará de aumento.
II.Ausência devido a doença
i. Não serão aceites declarações médicas como prova de doença. Se o colaborador tem condições para se deslocar para o consultório médico, logo também as terá para se deslocar para o emprego.
III. Cirurgias
i. As cirurgias são proibidas. Enquanto o colaborador trabalhar, precisará de todos os seus orgãos, portanto não deve pensar tirar nada. Parte-se do pressuposto que o colaborador foi contratado "inteiro". Remover algo será motivo de rescisão por justa causa.
IV. Ausências
i. Cada colaborador receberá 104 dias para tratar de "assuntos pessoais" em cada ano civil. Chamam-se sábados e domingos.
ii. Férias
iii. Todos os colaboradores têm ainda direito a gozar ainda mais 12 dias de férias nos seguintes dias de cada ano: 01 de Janeiro, 6ª feira santa, 25 de Abril, 1º de Maio (excepto trabalhadores de grandes superfícies), 10 de Junho, 15 de Agosto, 5 de Outubro, 1 de Novembro, 8 de Dezembro e 25 de Dezembro. Destes, 4 serão brevemente suprimidos.
iv. Ausência devido a falecimento de ente querido: Esta não é uma justificação para perder um dia de trabalho. Não há nada que possa ser feito por alguém que já morreu. Todo o esforço deverá ser empenhado para que os não-funcionários cuidem dos detalhes. Nos casos raros, onde o envolvimento do colaborador é necessário, os funerais deverão ser marcados para os finais de tarde. Permite-se que o colaborador trabalhe na sua hora de almoço e sair uma hora mais cedo, desde que o seu trabalho esteja em dia. A morte deve ser encarada como uma oportunidade para mudar de vida. Ou de emprego. No entanto, exige-se nestes casos, 15 dias de aviso prévio.
V. Uso de lavabos
i. Os colaboradores não deverão passar tanto tempo na casa de banho. Será institucionalizado o sistema de ordem alfabética. Assim, todos os funcionários cujo nome comece por "A", irão entre as 9.00 e as 9.20 h, com a letra "B" entre as 09:21 e as 09:40 h, e assim sucessivamente. Se não puder ir no horário designado deverá esperar pela sua vez no dia seguinte.
ii. Em caso de emergência, os colaboradores poderão trocar de horário com um seu colega, desde que avise as chefias e esta troca seja validada em impresso próprio para o efeito.
VI. Almoço
i. Os magros terão 30 min. para almoçar, pois precisam de comer mais para parecerem mais saudáveis.
ii. Os de compleição normal, têm 15 min. para almoçar de modo a ingerir uma refeição equilibrada que sustente o seu corpo mediano.
iii. Os gordos terão 5 min. pois é o tempo necessário para comer uma salada e tomar um inibidor de apetite.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril

Temos o dever moral, cívico e político de não deixar cair aquilo que outros conquistaram para e por nós. Hoje, mais do que nunca!!




quinta-feira, 19 de abril de 2012

Nem tudo o que cheira é...

Fica um ambiente terrível, na sala, depois de um joguinho destes. Todos olham, comprometidos, uns para os outros. Quem terá sido?




Apple

O centro tecnológico mais antigo da gigante norte-americana encontrasse em Paços de Ferreira. É lá que se fabricam os famosos iMóveis.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vai uma Boroa?

Confesso que, na altura da foto, fiquei na dúvida se isto seria uma grande broa no português. Mas pareceu-me demasiado. A maior, pelo menos, já era, como se apregoava no cartaz. Por isso fui me informar, e o termo está correcto, embora seja uma forma arcaica da palavra. Mais informações aqui




domingo, 18 de março de 2012

Dó arte

Passaram 3 anos e tudo continua na mesma. O homem bem tentou adaptar-se ao acordo, mas o resultado foi este carrossel ortográfico.




terça-feira, 6 de março de 2012

Jogada de antecipação

Parece que a Igreja se antecipou ao António Costa há já algum tempo...





sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Enganos

Pois. Em vez de publicar os últimos posts, directa e unicamente aqui nesta praia, acabei de os publicar em 2 blogs ao mesmo tempo. As minhas desculpas àqueles que aqui vieram pelas 3 injecções em duplicado. Foram seis farpas. Pelo menos ficam a saber que ainda sei fazer contas. De cabeça.

Mais vale pedir que roubar


Em tempos de crise, parece que ainda se querem esconder certas coisas. Vergonha é roubar, senhores donos de uma superfície comercial em Cinfães!





Geninhos...



À entrada de um restaurante em Sendim, deparei-me com este guarda da GNR. Bem aprumado, diga-se. E com dinheiro a transbordar pelos bolsos. Assim, de repente, lembrei-me de tantas histórias... Enfim. O que vale é que ainda os há sérios. Mas que não abona em nada para o bom nome da Guarda, não.






Pensem o que quiserem...






terça-feira, 13 de dezembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A crise - Sinais dos tempos

Quando Rúbio era pequenino, petiz, a mãe mandava-o à mercearia com apenas 5 escudos e ele voltava carregado. Carregadinho de todo. Trazia três quilos de batatas, um pão de Mafra, dois litros de leite, meio-quilo de queijo e uma caixa rebuçados. Ah - e não podia faltar -  muita fruta e uma dúzia de ovos.
Hoje em dia já não dá para fazer isso...
O estúpido do merceeiro encheu a loja com câmaras  de vídeo.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sinos e sinas

Duarte era um tipo tão badalado, mas tão tão tão badalado, que nem mesmo assim conseguiu chegar a sino. Sina triste.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Colinho

Acreditem que, aqui perto, existe um arroz de salpicão que é de comer e chorar por mais. E haveria local com um nome mais indicado do que este para dar guarida ao salpicão? O do arroz, bem entendido.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Da justiça ou da falta dela

Hoje, durante a minha pequena viagem rotineira e matinal entre Santarém e Lisboa, dei por mim a pensar na justiça portuguesa. Ou melhor: na "justiça" portuguesa. Comecei por me lembrar de alguns casos mais antigos e que - oh espanto - continuam, de quando em vez e muito mais do que seria desejável, a valer aberturas de noticiários e primeiras páginas dos jornais. Isaltino Morais, Vale e Azevedo, Casa Pia, Fátima Felgueiras, Freeport, Apito Dourado, etc... Já ninguém estranha que a notícia que se ouve, vê ou lê seja o desconhecimento do paradeiro de fulano ou cicrano, o recurso do recurso do recurso do processo em questão, os erros processuais na recolha da prova, e por aí fora. Mas será este tipo de notícias que o cidadão quereria saber? ou, pelo contrário, a notícia não deveria ser que o indíviduo X foi condenado por ter cometido um crime ou ilibado porque não o cometeu, depois de tudo bem apurado numa sala de audiências?
E, com tanto "pára-arranca" nos processos, a sensação que se fica é que, quem pode económica, financeira e políticamente, através de uma equipa experimentada e bem paga de advogados, acaba por ir saltitando de recurso em recurso, de manha em manha. E, com grande artimanha, lá vão andando, também, a gastar o dinheiro dos nossos impostos e a consumir recursos judiciais de toda a espécie.
Mas, até aqui, não temos que nos espantar. Afinal já todos estamos, infelizmente, habituados a isto. Nem sequer estranhamos, porque já se entranhou no dia a dia de cada um de nós. E, numa só palavra, tudo se resume a... Dinheiro.
A revolta, o asco, o nojo vem com aquelas notícias que nos dão conta que o pai que violou  a sua filha de 3 (três) anos foi condenado a 5 anos de prisão. Com pena suspensa. Sim, com pena suspensa!!! Mas que merda é esta. Que lei, que juiz, que código penal, pode permitir uma coisa destas? Que país e que cidadãos se podem resignar e assobiar para o lado com  uma coisa destas, a qual nem sequer consigo adjectivar??
E, depois disto, ainda tenho que ouvir que o Duarte Lima não confia na Justiça brasileira? Ah pois, a portuguesa é melhor. Dá-lhe mais garantias. Pudera. Basta ver os exemplos atrás citados e esperar bem sentadinho no sofá. Alguma coisa se há-de arranjar. Uma, mais uma, qualquer artimanha.