quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
25 de Abril
Temos o dever moral, cívico e político de não deixar cair aquilo que outros conquistaram para e por nós. Hoje, mais do que nunca!!

quinta-feira, 19 de abril de 2012
Nem tudo o que cheira é...
Fica um ambiente terrível, na sala, depois de um joguinho destes. Todos olham, comprometidos, uns para os outros. Quem terá sido?

Apple
O centro tecnológico mais antigo da gigante norte-americana encontrasse em Paços de Ferreira. É lá que se fabricam os famosos iMóveis.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Vai uma Boroa?
Confesso que, na altura da foto, fiquei na dúvida se isto seria uma grande broa no português. Mas pareceu-me demasiado. A maior, pelo menos, já era, como se apregoava no cartaz. Por isso fui me informar, e o termo está correcto, embora seja uma forma arcaica da palavra. Mais informações aqui

domingo, 18 de março de 2012
Dó arte
Passaram 3 anos e tudo continua na mesma. O homem bem tentou adaptar-se ao acordo, mas o resultado foi este carrossel ortográfico.

terça-feira, 6 de março de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Enganos
Pois. Em vez de publicar os últimos posts, directa e unicamente aqui nesta praia, acabei de os publicar em 2 blogs ao mesmo tempo. As minhas desculpas àqueles que aqui vieram pelas 3 injecções em duplicado. Foram seis farpas. Pelo menos ficam a saber que ainda sei fazer contas. De cabeça.
Mais vale pedir que roubar
Geninhos...
À entrada de um restaurante em Sendim, deparei-me com este guarda da GNR. Bem aprumado, diga-se. E com dinheiro a transbordar pelos bolsos. Assim, de repente, lembrei-me de tantas histórias... Enfim. O que vale é que ainda os há sérios. Mas que não abona em nada para o bom nome da Guarda, não.
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A crise - Sinais dos tempos
Quando Rúbio era pequenino, petiz, a mãe mandava-o à mercearia com apenas 5 escudos e ele voltava carregado. Carregadinho de todo. Trazia três quilos de batatas, um pão de Mafra, dois litros de leite, meio-quilo de queijo e uma caixa rebuçados. Ah - e não podia faltar - muita fruta e uma dúzia de ovos.
Hoje em dia já não dá para fazer isso...
O estúpido do merceeiro encheu a loja com câmaras de vídeo.
Hoje em dia já não dá para fazer isso...
O estúpido do merceeiro encheu a loja com câmaras de vídeo.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Sinos e sinas
Duarte era um tipo tão badalado, mas tão tão tão badalado, que nem mesmo assim conseguiu chegar a sino. Sina triste.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Colinho
Acreditem que, aqui perto, existe um arroz de salpicão que é de comer e chorar por mais. E haveria local com um nome mais indicado do que este para dar guarida ao salpicão? O do arroz, bem entendido.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Da justiça ou da falta dela
Hoje, durante a minha pequena viagem
rotineira e matinal entre Santarém e Lisboa, dei por mim a pensar na
justiça portuguesa. Ou melhor: na "justiça" portuguesa. Comecei por me
lembrar de alguns casos mais antigos e que - oh espanto - continuam, de
quando em vez e muito mais do que seria desejável, a valer aberturas de
noticiários e primeiras páginas dos jornais. Isaltino Morais, Vale e
Azevedo, Casa Pia, Fátima Felgueiras, Freeport, Apito Dourado, etc... Já
ninguém estranha que a notícia que se ouve, vê ou lê seja o
desconhecimento do paradeiro de fulano ou cicrano, o recurso do recurso
do recurso do processo em questão, os erros processuais na recolha da
prova, e por aí fora. Mas será este tipo de notícias que o cidadão
quereria saber? ou, pelo contrário, a notícia não deveria ser que o
indíviduo X foi condenado por ter cometido um crime ou ilibado porque
não o cometeu, depois de tudo bem apurado numa sala de audiências?
E,
com tanto "pára-arranca" nos processos, a sensação que se fica é que,
quem pode económica, financeira e políticamente, através de uma equipa
experimentada e bem paga de advogados, acaba por ir saltitando de
recurso em recurso, de manha em manha. E, com grande artimanha, lá vão
andando, também, a gastar o dinheiro dos nossos impostos e a consumir
recursos judiciais de toda a espécie.
Mas,
até aqui, não temos que nos espantar. Afinal já todos estamos,
infelizmente, habituados a isto. Nem sequer estranhamos, porque já se
entranhou no dia a dia de cada um de nós. E, numa só palavra, tudo se
resume a... Dinheiro.
A revolta, o
asco, o nojo vem com aquelas notícias que nos dão conta que o pai que
violou a sua filha de 3 (três) anos foi condenado a 5 anos de prisão.
Com pena suspensa. Sim, com pena suspensa!!! Mas que merda é esta. Que
lei, que juiz, que código penal, pode permitir uma coisa destas? Que
país e que cidadãos se podem resignar e assobiar para o lado com uma
coisa destas, a qual nem sequer consigo adjectivar??
E, depois disto, ainda tenho que
ouvir que o Duarte Lima não confia na Justiça brasileira? Ah pois, a
portuguesa é melhor. Dá-lhe mais garantias. Pudera. Basta ver os
exemplos atrás citados e esperar bem sentadinho no sofá. Alguma coisa se
há-de arranjar. Uma, mais uma, qualquer artimanha.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
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