Separador Principal

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril

Temos o dever moral, cívico e político de não deixar cair aquilo que outros conquistaram para e por nós. Hoje, mais do que nunca!!




quinta-feira, 19 de abril de 2012

Nem tudo o que cheira é...

Fica um ambiente terrível, na sala, depois de um joguinho destes. Todos olham, comprometidos, uns para os outros. Quem terá sido?




Apple

O centro tecnológico mais antigo da gigante norte-americana encontrasse em Paços de Ferreira. É lá que se fabricam os famosos iMóveis.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vai uma Boroa?

Confesso que, na altura da foto, fiquei na dúvida se isto seria uma grande broa no português. Mas pareceu-me demasiado. A maior, pelo menos, já era, como se apregoava no cartaz. Por isso fui me informar, e o termo está correcto, embora seja uma forma arcaica da palavra. Mais informações aqui




domingo, 18 de março de 2012

Dó arte

Passaram 3 anos e tudo continua na mesma. O homem bem tentou adaptar-se ao acordo, mas o resultado foi este carrossel ortográfico.




terça-feira, 6 de março de 2012

Jogada de antecipação

Parece que a Igreja se antecipou ao António Costa há já algum tempo...





sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Enganos

Pois. Em vez de publicar os últimos posts, directa e unicamente aqui nesta praia, acabei de os publicar em 2 blogs ao mesmo tempo. As minhas desculpas àqueles que aqui vieram pelas 3 injecções em duplicado. Foram seis farpas. Pelo menos ficam a saber que ainda sei fazer contas. De cabeça.

Mais vale pedir que roubar


Em tempos de crise, parece que ainda se querem esconder certas coisas. Vergonha é roubar, senhores donos de uma superfície comercial em Cinfães!





Geninhos...



À entrada de um restaurante em Sendim, deparei-me com este guarda da GNR. Bem aprumado, diga-se. E com dinheiro a transbordar pelos bolsos. Assim, de repente, lembrei-me de tantas histórias... Enfim. O que vale é que ainda os há sérios. Mas que não abona em nada para o bom nome da Guarda, não.






Pensem o que quiserem...






terça-feira, 13 de dezembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A crise - Sinais dos tempos

Quando Rúbio era pequenino, petiz, a mãe mandava-o à mercearia com apenas 5 escudos e ele voltava carregado. Carregadinho de todo. Trazia três quilos de batatas, um pão de Mafra, dois litros de leite, meio-quilo de queijo e uma caixa rebuçados. Ah - e não podia faltar -  muita fruta e uma dúzia de ovos.
Hoje em dia já não dá para fazer isso...
O estúpido do merceeiro encheu a loja com câmaras  de vídeo.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sinos e sinas

Duarte era um tipo tão badalado, mas tão tão tão badalado, que nem mesmo assim conseguiu chegar a sino. Sina triste.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Colinho

Acreditem que, aqui perto, existe um arroz de salpicão que é de comer e chorar por mais. E haveria local com um nome mais indicado do que este para dar guarida ao salpicão? O do arroz, bem entendido.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Da justiça ou da falta dela

Hoje, durante a minha pequena viagem rotineira e matinal entre Santarém e Lisboa, dei por mim a pensar na justiça portuguesa. Ou melhor: na "justiça" portuguesa. Comecei por me lembrar de alguns casos mais antigos e que - oh espanto - continuam, de quando em vez e muito mais do que seria desejável, a valer aberturas de noticiários e primeiras páginas dos jornais. Isaltino Morais, Vale e Azevedo, Casa Pia, Fátima Felgueiras, Freeport, Apito Dourado, etc... Já ninguém estranha que a notícia que se ouve, vê ou lê seja o desconhecimento do paradeiro de fulano ou cicrano, o recurso do recurso do recurso do processo em questão, os erros processuais na recolha da prova, e por aí fora. Mas será este tipo de notícias que o cidadão quereria saber? ou, pelo contrário, a notícia não deveria ser que o indíviduo X foi condenado por ter cometido um crime ou ilibado porque não o cometeu, depois de tudo bem apurado numa sala de audiências?
E, com tanto "pára-arranca" nos processos, a sensação que se fica é que, quem pode económica, financeira e políticamente, através de uma equipa experimentada e bem paga de advogados, acaba por ir saltitando de recurso em recurso, de manha em manha. E, com grande artimanha, lá vão andando, também, a gastar o dinheiro dos nossos impostos e a consumir recursos judiciais de toda a espécie.
Mas, até aqui, não temos que nos espantar. Afinal já todos estamos, infelizmente, habituados a isto. Nem sequer estranhamos, porque já se entranhou no dia a dia de cada um de nós. E, numa só palavra, tudo se resume a... Dinheiro.
A revolta, o asco, o nojo vem com aquelas notícias que nos dão conta que o pai que violou  a sua filha de 3 (três) anos foi condenado a 5 anos de prisão. Com pena suspensa. Sim, com pena suspensa!!! Mas que merda é esta. Que lei, que juiz, que código penal, pode permitir uma coisa destas? Que país e que cidadãos se podem resignar e assobiar para o lado com  uma coisa destas, a qual nem sequer consigo adjectivar??
E, depois disto, ainda tenho que ouvir que o Duarte Lima não confia na Justiça brasileira? Ah pois, a portuguesa é melhor. Dá-lhe mais garantias. Pudera. Basta ver os exemplos atrás citados e esperar bem sentadinho no sofá. Alguma coisa se há-de arranjar. Uma, mais uma, qualquer artimanha.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011